O banco Nubank e a construtora WTorre anunciaram nesta sexta-feira, 10, a parceria para a mudança do naming rights do estádio do Palmeiras. Nem a presidente Leila Pereira nem outro representante alviverde estiveram no evento realizado em um dos camarotes da arena.
Leila foi citada por Lívia Chanes e Julia Roschel, executivas do Nubank, e Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre Entretenimento.
“Temos extremo respeito com o Palmeiras e a clareza do que queremos atingir”, disse Lívia. “As conversas sempre foram muito boas e sempre tivemos a certeza do caminho que estávamos seguindo”, complementou Frazão.
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Pelo acordo de superfície firmado entre o Palmeiras e a WTorre, a parceria tem direito de negociar as propriedades de marketing. E, por isso, sequer precisaria convidar alguém do clube ainda que tivesse feito.
A relação entre as partes é saudável e superaria questões mercadológicas com a financeira Crefisa. Leila e Livia, inclusive, conversarão sobre o estádio na próxima semana em um encontro que também terá a presença de Silvia Torre, co-fundadora e vice-presidente da construtora.
O acordo gira em torno de 10 milhões de dólares anuais (cerca de R$ 51 milhões na cotação de hoje), previsto até 2044 e com multa para a saída da seguradora alemã Allianz. Os números não foram anunciados oficialmente já que estão em confidencialidade de contrato.
Os torcedores do Palmeiras escolherão o novo nome do estádio. Sai o Allianz Parque e entra Nubank Parque, Nubank Arena ou Parque Nubank. A votação vai até 30 de abril e é feita pelo site oficial do novo estádio.
Todas as propriedades que tinham o nome de Allianz Parque ou Allianz Seguradora serão trocadas por Nubank. Ainda não está certo sobre o uso da cor roxa no estádio.









