Kobe Bryant: o Michael Jordan de sua geração
A notícia correu mundo com comoção como fazia muito tempo não se via em se tratando de um esportista

“Quem é esse menino que pensa que é Michael Jordan?” Desde cedo, Kobe Bryant tinha claro quem seria sua referência e desdenhava dos muxoxos de quem o seguia nas quadras. Dizia ter um objetivo como jogador de basquete: alcançar o patamar do camisa 23 do Chicago Bulls, o maior de todos os tempos.
Kobe quase chegou lá, talvez esteja para Jordan como Maradona para Pelé. E, contudo, ele conquistou feitos que nem mesmo o campeoníssimo que o puxava como exemplo atingiu. Marcou 81 pontos em um só jogo (o recordista é Wilt Chamberlain, que fez 100 pontos em 1962) e abandonou as quadras como o terceiro maior “cestinha” da liga (com 33 643 pontos), façanha superada um dia antes de sua morte pelo igualmente genial LeBron James, que hoje veste o amarelo e roxo do Lakers, as únicas cores que Kobe vestiu como atleta profissional (além do uniforme da seleção…
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