Acervo

Golaço contra o preconceito

O protesto dos jogadores do Paris Saint-Germain e do Istanbul Basaksehir

Por Luiz Felipe Castro2 min de leitura
Foto Neymar ajoelhando
Foto Neymar ajoelhandoAFP or licensors

Em um ano repleto de tensões raciais, o mundo do futebol, tantas vezes tachado como alienado, deu um excelente exemplo prático — pois não bastam hashtags — de como combater o preconceito. Na terça-feira 8, os jogadores do Paris Saint-Germain e do Istanbul Basaksehir abandonaram o gramado do Parque dos Príncipes, na capital francesa, alegando que o quarto árbitro do duelo, o romeno Sebastian Coltescu, cometeu um ato racista contra Pierre Webó, ex-atacante da seleção camaronesa e atual membro da comissão técnica do clube turco, expulso por reclamação. O senegalês Demba Ba, do Istanbul, tomou a frente. “Me escute. Você nunca diz ‘este cara branco’, diz apenas ‘este cara’. Então por que, ao mencionar um preto, tem de dizer ‘este cara preto’?”, questionou Demba Ba. “Não podemos jogar. Com esse cara (Coltescu) aqui, não vamos jogar”, cravou o francês Kylian Mbappé, escoltado pelos brasileiros Neymar e Marquinhos. Após horas de…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos