Empresa de jogador francês vale mais que Real e Barcelona juntos
Mathieu Flamini, meia com passagens por Milan e Arsenal, é dono de empresa de biomassa avaliada em 120 bilhões de reais

O meio-campista francês Mathieu Flamini pode até ter enriquecido jogando futebol, mas tornou-se bilionário graças à visão empreendedora que teve. Em 2008, enquanto jogava no Milan, o atleta fundou a empresa GFBiochemicals ao lado do economista e empreendedor Pasquale Granata, a primeira do mundo a produzir ácido levulínico em escala comercial, já patenteado. Hoje a empresa é avaliada em 30 bilhões de euros (cerca de 120 bilhões de reais).
O ácido levulínico é uma biomassa que pode substituir o petróleo, mas sem causar grandes danos à natureza. Isso deu à empresa do jogador francês prêmios de inovação na área de sustentabilidade e um valor que ele jamais receberia jogando futebol.
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