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Carrasco do Brasil, Di María volta ao Maracanã como arma de Scaloni

Treinador argentino faz mistério, mas preservou o veterano atacante, acostumado a brilhar em decisões, para o duelo de terça-feira pelas Eliminatórias

Por Luiz Felipe Castro4 min de leitura
Di María brilhou com toque sutil no Maracanã há dois anos - Sebastiao Moreira/EFE
Di María brilhou com toque sutil no Maracanã há dois anos - Sebastiao Moreira/EFE

Naquele 10 de julho de 2021, aos 22 minutos da primeira etapa, ele se aproveitou de uma bobeada de Renan Lodi para, com um toque de extrema categoria, encobrir o goleiro Ederson e marcar para sempre o seu nome na história do futebol argentino. O gol de Ángel Di María que garantiu o título da Copa América de 2021 sobre a seleção brasileira, no Maracanã, desentalou da garganta dos hermanos uma seca de 28 anos sem um mísero título. Celebrada efusivamente, a taça continental tirou o peso nas costas da equipe que, no ano seguinte, conquistaria a glória máxima, a Copa do Mundo do Catar, novamente com gol do atacante canhoto, o coadjuvante fundamental de era Lionel Messi, diante da França. Aos 35 anos, Di María já não é mais titular absoluto e tem data marcada para se aposentar da seleção argentina. Mas na volta ao Rio de Janeiro, os…

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