Carrasco do Brasil, Di María volta ao Maracanã como arma de Scaloni
Treinador argentino faz mistério, mas preservou o veterano atacante, acostumado a brilhar em decisões, para o duelo de terça-feira pelas Eliminatórias

Naquele 10 de julho de 2021, aos 22 minutos da primeira etapa, ele se aproveitou de uma bobeada de Renan Lodi para, com um toque de extrema categoria, encobrir o goleiro Ederson e marcar para sempre o seu nome na história do futebol argentino. O gol de Ángel Di María que garantiu o título da Copa América de 2021 sobre a seleção brasileira, no Maracanã, desentalou da garganta dos hermanos uma seca de 28 anos sem um mísero título. Celebrada efusivamente, a taça continental tirou o peso nas costas da equipe que, no ano seguinte, conquistaria a glória máxima, a Copa do Mundo do Catar, novamente com gol do atacante canhoto, o coadjuvante fundamental de era Lionel Messi, diante da França. Aos 35 anos, Di María já não é mais titular absoluto e tem data marcada para se aposentar da seleção argentina. Mas na volta ao Rio de Janeiro, os…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
