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A soberba de Neymar

Por Fábio Altman2 min de leitura
O craque da seleção e do Barcelona: campeão de arrogância
O craque da seleção e do Barcelona: campeão de arrogânciaIvan Pacheco/VEJA.com

Neymar e mais dez é o chavão que resume o futebol da seleção brasileira de Dunga. Quando o Brasil foi onze menos Neymar, naquela tarde de Belo Horizonte, deu no que deu, a Alemanha fez sete e a camisa amarela deixou definitivamente de assustar os adversários. Em 2014, o camisa 10 não pôde entrar em campo porque o colombiano Zuñiga o atropelou, quebrou uma vértebra lombar do ex-santista e o resto é história. Na Copa América do Chile, o Zuñiga de Neymar foi o próprio Neymar. Expulso ao final da derrota contra a Colômbia, ele pegou um gancho de quatro jogos e está fora do torneio. Poderia ter sido pior. Poderiam ser dez jogos de suspensão caso o árbitro chileno Enrique Osses tivesse relatado na súmula fato que foi repassado pelo delegado do jogo Brasil x Colômbia, o uruguaio Washington Rivero, ao Tribunal Disciplinar. Neymar puxou a camisa de Osses…

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