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50 anos do Tri: o segundo jogo, contra a Inglaterra, foi mesmo um ‘calor’

O ‘Comentarista do Futuro’ enfrentou tequilas, a temperatura do México e a pressão do jogo com a Inglaterra, considerado o mais difícil da campanha

Por Claudio Henrique8 min de leitura
Rivellino, do Brasil, e Bobby Moore, da Inglaterra, no jogo entre as seleções na Copa de 1970, no Estádio Jalisco
Rivellino, do Brasil, e Bobby Moore, da Inglaterra, no jogo entre as seleções na Copa de 1970, no Estádio JaliscoLEMYR MARTINS

Dando sequência à viagem no tempo feita pelo jornalista Claudio Henrique, “enviado especial” de PLACAR ao passado, falamos neste domingo sobre o jogo entre a seleção brasileira, e o time que defendia o título nos gramados do México: a Inglaterra, campeã do Mundial de 1966. Mais do que a técnica, falou mais alto nesse confronto sob o sol escaldante de Guadalajara o excelente preparo físico dos brasileiros, trunfo dos preparadores físicos Admildo Chirol, Cláudio Coutinho e Carlos Alberto Parreira (sim, ele mesmo). Confira abaixo o relato “inédito” de nosso correspondente tardio na Copa do Mundo de 1970, há 50 anos.

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