A discussão em torno da regra que autoriza a escalação de até nove jogadores estrangeiros por partida no futebol brasileiro voltou ao centro das atenções no PLACAR Aberto.
No centro da discussão, André Garone destaca uma incoerência recorrente entre os protestos públicos de dirigentes esportivos quanto ao excesso de gringos e a conduta direta dos mesmos executivos no mercado de transferências, já que a responsabilidade pela montagem dos elencos cabe unicamente a cada administração de clube.
O teto aprovado pela CBF representa apenas um teto regulamentar de utilização, e jamais uma meta obrigatória que força as diretorias a buscarem reforços fora do país. A reflexão apresentada demonstra que a existência de vagas internacionais no regulamento não anula a autonomia nem o planejamento estratégico de cada agremiação na valorização de atletas locais.






