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Brasil, Espanha e Argentina buscam pontos fracos dos Estados Unidos

Ricardo Molinelli. Londres, 27 jul (EFE).- As seleções da Espanha, Argentina e Brasil são algumas das principais candidatas para encontrar os pontos fracos dos Estados Unidos, os grandes favoritos para conquistar a medalha de ouro na competição de basquete dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. Os Estados Unidos apresentam, seguramente, a melhor linha de jogo […]

Ricardo Molinelli.

Londres, 27 jul (EFE).- As seleções da Espanha, Argentina e Brasil são algumas das principais candidatas para encontrar os pontos fracos dos Estados Unidos, os grandes favoritos para conquistar a medalha de ouro na competição de basquete dos Jogos Olímpicos de Londres 2012.

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Os Estados Unidos apresentam, seguramente, a melhor linha de jogo exterior (fora do garrafão) da história do basquete com Kobe Bryant, LeBron James e Kevin Durant. Porém, apresenta pontos fracos como o jogo interior e o de equipe. Além do seu gosto pelo espetáculo, o que faz com que cometam vacilos na defesa.

É por aí que as seleções da Espanha, Argentina e Brasil terão que trabalhar. Três grandes equipes com grandes chances de chegar ao pódio. Mas elas terão que se esforçar e jogar muito bem para lutar por uma medalha e, talvez, ter a chance de desbancar os americanos, atuais campeões olímpicos.

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O Brasil pode ser uma das surpresas apesar da sua inexperiência em Olimpíadas. O país já teve equipes com jogadores de qualidade, mas sempre ficou pelo caminho. Agora, em Londres, quer mostrar seu crescimento no basquete internacional.

Com Marcelinho Huertas, Leandrinho, Anderson Varejão, Nenê e Tiago Splitter os brasileiros podem sonhar, embora não tenha no banco jogadores que mantenham o mesmo nível, apenas substituições para momentos específicos.

A Espanha é a seleção mais qualificada para desbancar os americanos. Pau e Marc Gasol junto com Serge Ibaka, Felipe Reyes e Víctor Claver formam o jogo interior mais poderoso que se poderá ver em Londres.

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A equipe treinada por Sergio Scariolo também possui um forte jogo exterior com Juan Carlos Navarro, Rudy Fernández e José Manuel Calderón. Mas, as lesões durante a curta preparação atrapalharam um pouco a montagem do time.

A favor da equipe espanhola contam a experiência dos últimos anos: com poucas variações de jogadores o entrosamento é quase perfeito.

Já a Argentina tem classe, qualidade, experiência, força, conhecimento do jogo e sabe competir. Seu grande empecilho pode ser o fato do time ser considerado velho e as poucas opções que o treinador Julio Lamas tem no banco.

O quinteto inicial argentino é um conjunto bastante competitivo. Pablo Prigioni, Manu Ginobili, Carlos Delfino, Andres Nocioni e Luis Scola se completam muito bem em quadra, mas a competição olímpica será muito dura e exigente com todos. Com jogos a cada dois dias, o cansaço e as pequenas contusões e lesões podem ocorrer em todas as equipes, porém devido à idade os argentinos estão mais suscetíveis a isso.

França, Austrália e Rússia correm por fora, mas também podem se transformar em aspirantes ao pódio olímpico. Nigéria, Tunísia, China, Lituânia e Grã-Bretanha ficam com o papel de figurantes, pelo menos em princípio.

E como sempre após a primeira fase, chegarão os cruzamentos. As temidas e sempre decisivas quartas de final vão definir a luta pelas medalhas.

Estados Unidos, Espanha, Argentina e Brasil são as apostas seguras nos Jogos de Londres. A competição será encarregada de determinar a ordem. EFE

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