Acervo · Esporte
André Akkari, um campeão que não gosta de baralho
“É só um trabalho”, diz o jogador, que gosta mesmo, nas horas vagas, é de torcer pelo Corinthians

“É muita adrenalina. Durante um torneio, você emagrece, tem dor de estômago, porque não pode externar sua emoção ou será denunciado”
Aos 38 anos, com um título mundial de pôquer no currículo e mais de 3 milhões de reais em prêmios (“Valor bruto, sem descontar os impostos e as taxas de inscrição, as despesas de viagem. O que sobra é bem menos”, ele faz questão de explicar), André Akkari não é um aficionado pelo baralho. Ao contrário. “Amo o pôquer, sou feliz por tudo que ele me deu, mas não vejo como um jogo ou um hobby. É um esporte, é o que eu faço, é o meu trabalho. Jamais gostei de baralho”, conta durante a viagem ao centro de treinamento que inaugurou há dois meses, na zona rural de Cabreúva, interior de São Paulo.
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