Acervo · Copa Libertadores

‘Endeusamento’, ‘miragem’, ‘jogador objeto’: o sincero discurso do campeão Diniz

Técnico do Fluminense voltou a fazer abordagens sensíveis sobre clichês na vida e no esporte, principalmente envolvendo reconhecimento

Por Isabela Labate, Klaus Richmond e Leandro Quesada6 min de leitura
Diniz conquistou o quarto e mais importante título da carreira - Alexandre Battibugli/Placar
Diniz conquistou o quarto e mais importante título da carreira - Alexandre Battibugli/Placar

RIO DE JANEIRO – Fernando Diniz integra desde às 19h44 do último sábado, 4, um seleto hall dos técnicos campeões da Libertadores, mas deixa bem claro: não se deslumbra com a conquista. Na primeira entrevista após o aguardado título da competição continental, o técnico do Fluminense voltou a fazer abordagens sensíveis sobre clichês no esporte e na vida, principalmente envolvendo o reconhecimento do próprio trabalho. Diniz ainda minimizou o rótulo que carrega pelo estilo, o Dinizismo.

Ele usou os primeiros seis minutos para falar abertamente sobre como vê os conceitos distorcidos na sociedade e até sobre o herói da final, John Kennedy, a quem usa como exemplo para talentos que ficam pelo caminho.

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