Acervo · Copa Libertadores

Do banco ao ‘céu e inferno’, como John Kennedy decidiu a Libertadores em 21min

Cria de Xerém, ex-garoto problema coroou a própria redenção e escreveu a página mais gloriosa dos 121 anos de história do clube

Por Isabela Labate, Klaus Richmond e Leandro Quesada5 min de leitura
John Kennedy comemora o gol do Fluminense na final da Libertadores - Kaio Lakaio/Placar
John Kennedy comemora o gol do Fluminense na final da Libertadores - Kaio Lakaio/Placar

RIO DE JANEIRO – Do banco ao céu. Do céu ao inferno. E, enfim, do inferno para a história. John Kennedy Batista de Souza precisou de 21 minutos para escrever na tarde desde sábado, 4, a mais bonita página dos 121 anos do Fluminense – e também de sua história. JK deixa o Maracanã como um daqueles heróis que penam a triunfar. Ou um personagem dos filmes que passam anos cativos, mas no fim escapam de maneira gloriosa. A cria de Xerém deu o sonhado e inédito título da Libertadores ao Flu e cravou a esperada redenção – para ele e para o clube. O outrora menino-problema, agora é solução.

Quando o Maracanã já respirava ares de um déjà vu da decisão contra a LDU, perdida nos pênaltis em 2008, após uma dura prorrogação sem gols, o atacante de 21 anos tirou do repertório mais um gol em mata-matas –…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos