Vini Jr. pouco sorriu em quase 15 minutos de entrevista coletiva, nesta sexta-feira, 12, véspera da estreia do Brasil, contra Marrocos, no MetLife Stadium, pelo Grupo C da Copa do Mundo. O semblante é de quem sabe que o tabu de 24 anos do país sem levantar o troféu incomoda torcedores e jogadores.
O camisa 7, agora em sua segunda Copa, respirou fundo antes de celebrar o que considerou o melhor momento de sua carreira. Há quatro anos, o jogador sequer era titular na equipe comandada por Tite.
Hoje, Vini Jr. não só é titular absoluto como o protagonista da seleção brasileira. Além disso, carrega o título The Best da Fifa de 2024.
“É o momento mais especial e importante da minha carreira. Chego em um momento físico e técnico que sempre sonhei. Tive uma temporada sem lesões e que sai muito bem. Além disso, jogar com o Carlo Ancelotti é sempre um prazer imenso”, disse Vini Jr.
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Vini também entende que é o momento para a seleção brasileira voltar a ter protagonismo no cenário internacional. No pentacampeonato, a última conquista da seleção, Vini tinha apenas dois anos e reconhece que está na hora de mais uma conquista.
“Estamos aqui para tentar mudar a história e colocar o Brasil de onde nunca deveria ter saído”, começou Vini Jr. “Os meus dias na seleção são os melhores da minha vida. Jogar juntos de grandes jogadores, amigos que joguei desde a base, é sempre muito bom.”
A seleção brasileira também tem de lidar com um possível favoritismo da equipe marroquina. Perguntado sobre esse momento da quarta colocada do último Mundial, decretada campeã da Copa Africana de Nações, o craque adversário Hakimi disse que eles são “o Brasil da África”.
O Brasil enfrenta o Marrocos neste sábado, às 18 horas (de Brasília), e, ainda na primeira fase, enfrenta Haiti e Escócia. Os dois primeiros colocados avançam para a segunda fase. Com 48 seleções no torneio, os oito terceiros mais bem colocados também avançam à pré-oitavas de final.









