A seleção marroquina desembarcou leve para a disputa da Copa do Mundo de 2026. Semifinalista há quatro anos, campeã da Copa Africana ainda que sob polêmica, o time do lateral Achraf Hakimi se sente à vontade para a partida deste sábado, 13, contra o Brasil, no MetLife Stadium, pela primeira rodada do Grupo C.
Esse jeito mais leve dos jogadores, traduzido também dentro de campo com toque de bola e improviso, fez Hakimi lembrar uma antiga comparação. “Não à toa somos os brasileiros da África.”
“Sabemos o tamanho do adversário que é o Brasil. Sabemos da qualidade dos jogadores, mas também temos o nosso valor. Não à toa nos chamam até de ‘brasileiros da África’. Então, estamos prontos para uma boa partida”, disse Hakimi, na entrevista oficial na véspera da partida.
O treinador Mohamed Ouahbi tratou sempre de conter os ânimos, inclusive, embalado por perguntas mais emocionadas da imprensa marroquina.
A equipe africana terminou na quarta colocação no Catar (perdeu para a Croácia) e foi decretada campeã da Copa Africana de Nações, após uma confusão nos minutos finais.
“O Brasil não está com medo assim como nós não temos medo. O Marrocos tem ocupado o seu espaço agora no cenário internacional e podemos tomar posse dessa realidade. Precisamos continuar e perpetuar esse legado, mas temos grande respeito por eles também”, disse Ouahbi.
Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado a partir das 19 horas (de Brasília). Os times ainda enfrentam Escócia e Haiti no Grupo C.






