Em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã, o presidente americano Donald Trump e a federação iraniana tomaram caminhos opostos ao comentar nesta quinta-feira, 12, a chance de a seleção do Oriente Médio não participar da Copa do Mundo de 2026. A competição será disputada na América do Norte (EUA, Canadá e México) daqui a três meses.
Mais cedo, Trump disse que a seleção do Irã era “bem-vinda”, mas desencorajou sua ida à Copa por questões de segurança. A federação rebateu, então, sugerindo a exclusão do país-sede.
“Ninguém pode excluir a seleção do Irã da Copa do Mundo; o único país que poderia ser excluído é o que apenas carrega o título de anfitrião, mas não tem a capacidade de garantir a segurança dos times participantes deste evento global”, escreveu a federação, dando a entender que qualquer decisão sobre jogar ou não a competição será tomada por ela.

Comunicado da seleção do Irã em resposta a Donald Trump – Instagram/Reprodução
Em postagem nas redes sociais, Trump reiterou o que já havia dito ao presidente da Fifa, Gianni Infantino: que o Irã é bem-vindo na competição. No entanto, na mesma mensagem, desencorajou a equipe a disputar a competição em solo americano.
“A seleção iraniana de futebol é bem-vinda à Copa do Mundo, mas, sinceramente, não acredito que seja apropriado que eles estejam lá, para sua própria vida e segurança. Agradeço a atenção dispensada a este assunto!”, escreveu o homem eleito com o primeiro Prêmio da Paz da Fifa.
Um dia antes, o . Em entrevista à TV local, noticiada por meios com a,










