Acervo · Copa do Mundo
Como a França ignorou adversidades e está a um passo de marca histórica
Desde o Brasil em 1962, a Copa do Mundo não tem um bicampeão consecutivo. Pragmáticos e talentosos, ‘Les Bleus’ não temem a Argentina de Messi

Al KHOR – Nos corredores do estádio Luzhniki, em Moscou, quatro anos e meio atrás, jornalistas comentavam, em consenso: mesmo sem ser brilhante, a seleção da França que acabara de bater a Croácia e de repetir a geração de Zidane ainda teria muita lenha para queimar e deveria chegar à Copa do Mundo de 2022 novamente como favorita. Não deu outra: com Kylian Mbappé e Antoine Griezmann mais maduros, Olivier Giroud sem tanta pressão, e um time que manteve a consistência e ainda renovou seus talentos, o grupo dirigido por Didier Deschamps segue indestrutível. Nem mesmo uma série de percalços, como os cortes de diversos titulares, abalou o atual campeão. Nesta quarta-feira, 14, a França segurou a pressão do valente e organizado time do Marrocos, que praticamente jogava “em casa”, tamanho o barulho da torcida no estádio Al Bayt, venceu por 2 a 0, e agora vai em busca de…
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