Acervo · Copa do Mundo

Opinião: a falta de psicologia do psicólogo Tite

Técnico da seleção brasileira recusou a a presença de um profissional da área em sua comissão. Será mesmo que não fez falta?

Por Gustavo Bonini Castellana *5 min de leitura
Brazil's forward #09 Richarlison celebrates scoring his team's third goal during the Qatar 2022 World Cup round of 16 football match between Brazil and South Korea at Stadium 974 in Doha on December 5, 2022. (Photo by Glyn KIRK / AFP)
Brazil's forward #09 Richarlison celebrates scoring his team's third goal during the Qatar 2022 World Cup round of 16 football match between Brazil and South Korea at Stadium 974 in Doha on December 5, 2022. (Photo by Glyn KIRK / AFP)AFP

É bastante comum no Brasil que o fracasso de um atleta ou de uma seleção esportiva seja atribuído a fatores emocionais. Já vimos esse debate acontecer diversas vezes nas Olimpíadas e na Copa do Mundo. No Mundial do Catar não foi diferente. Muitos jornalistas esportivos questionaram o preparo psicológico da seleção, relembrando que Tite recusara a presença de um profissional de psicologia alegando que sua equipe faria esse trabalho. Mas será que o treinador gaúcho estava preparado para exercer esse papel?

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