A escolha do Brasil como sede da Copa do Mundo Feminina de 2027 consolidou o papel de Marta como uma figura central na política esportiva global. A atleta vem desempenhando a função diplomática para convencer os membros da FIFA sobre a viabilidade do projeto sul-americano.
Como Marta influenciou a vitória da candidatura brasileira
Durante o Congresso da entidade em Bangkok, a imagem da Rainha foi utilizada como o principal trunfo da CBF. Seus discursos focados no legado social foram determinantes para que o Brasil superasse a candidatura conjunta de Alemanha, Bélgica e Holanda.
A jogadora atuou nos bastidores conversando com lideranças de diversas confederações, reforçando que o torneio no Brasil seria um catalisador para o crescimento do esporte em todo o continente. Essa articulação política garantiu votos decisivos e posicionou o país como uma escolha estratégica para a expansão comercial do torneio.
Qual o papel da Rainha como embaixadora do evento?
Mesmo em fase de transição na seleção brasileira, ela permanece como a face institucional do evento. Marta colabora com o comitê organizador para definir diretrizes que melhorem a experiência das jogadoras e a visibilidade das 10 cidades-sede escolhidas para a competição.
Essa atuação visa transformar a edição de 2027 em um marco de profissionalização para o futebol feminino nacional. Através de sua liderança, o Brasil busca atrair novos investimentos e garantir que o evento deixe uma estrutura permanente para as futuras gerações de atletas.






