A Copinha é uma vitrine, mas também o limite para saber se vai ou racha
Gerações são perdidas por falta de profissionais que consigam observar o talento individual de cada um. O futebol não pode ser dominado por aventureiros

Para os que dizem que só reclamo, estou muito feliz que a Copa Africana de Nações voltou a tevê aberta depois de 12 anos. Reunindo 24 seleções do continentes, é uma mini Copa do Mundo e a atual edição reúne estrelas de gigantes europeus, como o egípcio Salah, o senegalês Mané, o argelino Mahrez, o gabonês Aubameyang e por aí vai. Sempre fui fã do futebol africano e poderia ser ainda mais se a maioria dos craques não mudassem a nacionalidade em busca de mais visibilidade: Marius Trésor, Thierry Henry, Zinedine Zidane, Lilian Thuram, Karim Benzema, Patrick Vieira e Youri Djorkaeff são alguns deles.
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