Acervo

A Copinha é uma vitrine, mas também o limite para saber se vai ou racha

Gerações são perdidas por falta de profissionais que consigam observar o talento individual de cada um. O futebol não pode ser dominado por aventureiros

Por Da Redação4 min de leitura
Endrick é a nova joia do Palmeiras -
Endrick é a nova joia do Palmeiras -Fabio Menotti/Ag. Palmeiras

Para os que dizem que só reclamo, estou muito feliz que a Copa Africana de Nações voltou a tevê aberta depois de 12 anos. Reunindo 24 seleções do continentes, é uma mini Copa do Mundo e a atual edição reúne estrelas de gigantes europeus, como o egípcio Salah, o senegalês Mané, o argelino Mahrez, o gabonês Aubameyang e por aí vai. Sempre fui fã do futebol africano e poderia ser ainda mais se a maioria dos craques não mudassem a nacionalidade em busca de mais visibilidade: Marius Trésor, Thierry Henry, Zinedine Zidane, Lilian Thuram, Karim Benzema, Patrick Vieira e Youri Djorkaeff são alguns deles.

Black Friday Abril: Assine #PLACAR digital no app por apenas R$ 6,90/mês. Não perca!

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos