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‘Sistema híbrido’? Como nosso futebol virou motivo de chacota

Finalmente entendi uma das bobagens em “Titês” que os jornalistas amam e comentam como se fosse a nova revolução da bola

Por Paulo Cezar Caju3 min de leitura
Semifinal da Taça Rio entre Fluminense e Botafogo, no Engenhão
Semifinal da Taça Rio entre Fluminense e Botafogo, no EngenhãoVitor_Silva

Demorou, mas consegui descobrir porque o futebol brasileiro despenca ladeira abaixo! Durante a transmissão de Fluminense x Botafogo, o locutor, certamente contaminado pelo “titês”, vírus das expressões criadas pelo “professor” Tite, disse que o Botafogo era um time “híbrido”. Já tinha ouvido a expressão “sistema híbrido”, na última Copa do Mundo. Os jornalistas amam essas bobagens e comentam como se fosse a nova revolução do futebol.

Na época, fui tentar entender do que se tratava e encontrei um texto que explicava: “trata-se de adotar uma formação tática quando seu time tem a bola e outra quando está se defendendo. Fez sucesso na Copa. Contra México e Bélgica, Tite recorreu a essa mudança ao se ver em apuros. A Bélgica derrotou o Brasil nesse formato”. Peraí, a Bélgica venceu o Brasil porque era muito melhor e tinha um futebol bem mais vistoso. Se dois times adotarem o tal sistema híbrido como…

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