Acervo

Em vez de berrarem, ensinem

Essa história de treinador jogar com o time não existe. O momento de conversar é no vestiário

Por Paulo Cezar Caju3 min de leitura
.
.

Com os estádios vazios e os microfones das tevês abertos, descortina-se o baixíssimo nível dos chamados líderes dos jogadores. Treinadores e integrantes da comissão técnica escancaram que são péssimos exemplos, pois xingam escancaradamente a equipe de arbitragem e em alguns casos os próprios atletas.

Essa história de os treinadores ficarem à beira do campo foi mais um dos retrocessos do futebol. Em toda a minha carreira, no Brasil e na Europa, nunca um treinador ficou berrando e dizendo o que o nosso time deveria fazer. Se essas orientações, que só servem para contribuir com a poluição sonora, fossem eficazes o meu Botafogo não estaria nessa situação porque o que o Barroco grita: “avança a linha”, “trabalha a bola”, “põe no chão”, “pega o corredor”…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos