A dura missão de começar 2021 com otimismo
Ainda em meio à maldita pandemia, Vasco, Botafogo e Cruzeiro seguem rumos humilhantes; na Libertadores, argentinos são favoritos

Sei que o correto é iniciar o ano transbordando de otimismo. E tenho me esforçado para isso, mas foi duro demais ver a Praia de Copacabana completamente vazia nesse réveillon. Torço para que os prefeitos eleitos cumpram suas promessas e para que essa vacina chegue logo. No caso dos cariocas, eles precisam de duas injeções, a primeira, esperada pelo mundo todo, e que enxotará esse vírus maldito de nossas vidas, e a segunda, de ânimo, pois a Cidade Maravilhosa está entregue às baratas.
Sinceramente, acredito na vacina e em um Rio de Janeiro mais feliz. Isso, se deixarmos o futebol de lado, afinal existe a seríssima possibilidade de Vasco e Botafogo caírem para a segunda divisão, o que seria catastrófico, humilhante, inaceitável. E como tem coisas que só acontecessem com o Botafogo vi pela classificação da Série B que o CSA, de Rodrigo Pimpão, e o Juventude, de Bochecha, dois…
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