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Os ‘craques-só-que-não’

Cronista vê estreia de Ronaldinho Gaúcho e alerta que nascia ali uma linhagem de grandes jogadores que não chegam aonde ‘prometem’… como Neymar

Por Claudio Henrique Agá (@comentaristadofuturo)4 min de leitura
Ronaldinho Gaúcho, do Grêmio, comemorando um gol em 1998 -
Ronaldinho Gaúcho, do Grêmio, comemorando um gol em 1998 -EDISON VARA

Quem teve a sorte de estar ontem no Olímpico, em Porto Alegre, ou assistiu pela TV a esse Grêmio 1 x 0 Vasco, pela rodada inicial da Libertadores da América, testemunhou o que considero um marco na história do futebol brasileiro. E digo isso, queridos leitores e queridas leitoras de 1998, com a clareza de quem é um torcedor e cronista do futuro, mais precisamente de 2023, de ‘quando’ vim – convencerei a todos até o fim desta resenha. Daqui a 25 anos terei a certeza de que nasceu ontem, no gramado gaúcho, uma linhagem de craques nacionais que vão brilhar nos campos do Mundo mas decepcionar a expectativa que todos nós, brasileiros, teremos sobre até aonde irão as suas carreiras. Por vários motivos, inclusive ‘opção pessoal’, que se dará justo com o estreante de ontem, o jovem Ronaldinho Gaúcho, um mago (ou malabarista) com a bola nos pés, vocês…

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