O empate por 1 a 1 contra o Chelsea no último domingo, 4,  custou caro ao Manchester City. Além do tropeço em casa e do distanciamento para o Arsenal, líder isolado da Premier League, o clube confirmou que o defensor Josko Gvardiol sofreu uma fratura na tíbia na perna direita e precisará passar por cirurgia, o que deve afastá-lo dos gramados por vários meses.

Como se não bastasse, Rúben Dias também deixou o campo com um problema muscular, juntando-se a John Stones, que enfrenta problemas físicos persistentes desde o final de 2025. Com isso, o técnico Pep Guardiola conta apenas com o jovem Abdukodir Khusanov e Nathan Aké, outro que sofre com problemas físicos, para o setor.

Diante do cenário de “terra arrasada” na zaga, diversos nomes surgem como opção. O primeiro deles é o de Max Alleyne, de 20 anos, revelado na própria base do City, titular do Watford na campanha na Championship, a segunda divisão do Campeonato Inglês. Emprestado, ele foi chamado de volta para compor o elenco.

Outro possível reforço é Marc Guéhi, capitão do Crystal Palace e titular da seleção inglesa O Palace exige cerca de 40 milhões de libras (aproximadamente R$ 245 milhões) para liberar o jogador já em janeiro.

Machucado, Gvardiol deixou o campo auxiliado por jogadores do City e do Chelsea - Adam Vaughan/EFE

Machucado, Gvardiol deixou o campo auxiliado por jogadores do City e do Chelsea – Adam Vaughan/EFE

Guéhi está em fim de contrato, o vínculo encerra em junho de 2026, o que coloca o City em uma posição favorável para negociar, embora precise vencer a concorrência do Liverpool e do Real Madrid. Aos 25 anos, o jogador é visto por Guardiola como o substituto ideal por sua capacidade de saída de bola e liderança, características essenciais para o sistema do técnico espanhol.

Além de Guéhi, a diretoria do City monitora outros nomes como Jarrad Branthwaite, do Everton. Aos 23 anos, o defensor canhoto agrada pela altura (1,95m) e imposição física, embora o valor de mercado seja consideravelmente mais alto que o de Guéhi.