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Dorival queria brasileiro na seleção e preferia Guardiola a Ancelotti

Em entrevista exclusiva à PLACAR, técnico do São Paulo explica opção para o comando do país e revela expectativas pelo cargo; edição de agosto chega às bancas dia 11

Por Klaus Richmond e Leandro Miranda4 min de leitura
Dorival: 27 jogos e 58% de aproveitamento até aqui pelo São Paulo - Alexandre Battibugli/Placar
Dorival: 27 jogos e 58% de aproveitamento até aqui pelo São Paulo - Alexandre Battibugli/Placar

O técnico Dorival Júnior, 61 anos, é descrito constantemente como um “gentleman” por pessoas com quem conviveu nos vinte anos de carreira como treinador. O atual comandante do São Paulo, nem por isso, refuga em dar opiniões mais contudentes. Para ele, o sucessor de Tite na seleção brasileira deveria ser outro brasileiro – a CBF aguarda pelo fim do contrato do italiano Carlo Ancelotti com o Real Madrid. E mais: ele ainda diz que, na opção por um estrangeiro, escolheria Pep Guardiola, do Manchester City.

“Eu sempre defendi um profissional brasileiro. Sempre. Agora, [o Ancelotti] foi uma pessoa que me recebeu maravilhosamente bem quando lá estive, não tenho o que falar. As pessoas só falam bem dele como profissional. Não sei o que vai acontecer futuramente, está nas mãos de Deus, e aquilo que for o melhor para o futebol brasileiro, que aconteça, essa é a nossa torcida. Mas eu…

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