No início do atual milênio, uma camisa azul ganhou espaço entre os grandes clubes brasileiros. Do Módulo Amarelo da Copa João Havelange — na prática a segunda divisão do campeonato nacional do ano 2000 — o São Caetano chegou a duas finais de Brasileiro (2000 e 2001) e a uma final de Libertadores (2002). Apesar de não ter saído com títulos, ganhou respeito.
No entanto, décadas após essa época de ouro, o clube do ABC paulista vive uma das fases mais duras de suas história. No último sábado, 5, a equipe foi eliminada da Copa Paulista pelo Primavera, de Indaiatuba, com requintes de crueldade.
No primeiro jogo, em pleno Anacleto Campanella, o Azulão sofreu goleada de 5 a 0. Ontem, no Estádio Ítalo Mario Limongi, o placar foi ainda mais elástico: 7 a 0.
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Classificação após irregularidade
Apesar de jogar a segunda fase da Copa Paulista, a classificação do São Caetano não veio em campo. Até a quinta rodada da fase de grupos, a terceira colocação, que garantia vaga nas eliminatórias em questão, era ocupada pelo Santo André, com 7 pontos, enquanto o Azulão tinha apenas 1.
Mas, a entrada de um jogador irregular em dois jogos da competição tirou 10 pontos do Ramalhão. Com -3 na tabela, ele só chegaria a 0 na última rodada, sendo automaticamente desclassificado.
Pego de surpresa pela vaga, o São Caetano teve que refazer às pressas o planejamento para o resto da temporada — infelizmente, sem sucesso.
Nos comentários de postagem do Azulão sobre o jogo, alguns torcedores acusam abandono e outros pedem a venda do clube.







