Marquinhos admitiu, nesta sexta-feira, 2, que existe uma pressão de representar a camisa da seleção brasileira. Às vésperas do amistoso contra a Índia, marcado para este sábado, 3, às 11h (de Brasília), o zagueiro disse que a equipe precisa usar as últimas experiências para dar início a uma nova trajetória.
“Você ser jogador da seleção brasileira, eu acho que essa pressão de resultados, ela vem junto por toda a história que a seleção brasileira tem, pelos grandes jogadores que passaram, por tudo que a seleção já fez e conquistou. Basta a gente saber lidar com isso”, iniciou Marquinhos, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, 2.
“A gente tem um objetivo lá na frente, mas temos objetivos primários, que são, realmente, reconquistar a confiança, reconquistar a jogar bem, fazer grandes vitórias. E hoje, aqui, é um objetivo que a gente tem, de vir para cá, de fazer um grande jogo amanhã, de conseguir uma boa vitória, conseguir cada vez mais ganhar confiança”, adicionou.
O zagueiro também destacou que o atual foco do trabalho da seleção é no presente. Neste momento, o técnico Carlo Ancelotti aproveita as partidas para analisar os jogadores e fazer testes visando o futuro da equipe.
“O treinador fazer os seus testes que ele precisa fazer com novos jogadores, com antigos jogadores também que ele quer continuar vendo. Eu acho que tudo é um caminho, é um ciclo, são coisas que a gente vem adicionando para que a gente possa ganhar confiança e chegar lá na frente numa Copa do Mundo bem”, comentou.
Recepção na Índia
Durante a coletiva, Marquinhos admitiu surpresa com a recepção da seleção brasileira pela torcida indiana. O zagueiro destacou que os indianos foram calorosos nas boas-vindas ao Brasil.
“Estou muito feliz de estar aqui. Dá para ver por todas essas pessoas aqui nos recebendo. Desde ontem, do primeiro dia já, chegamos com uma recepção muito calorosa aqui”, afirmou Marquinhos.
Com mais de uma década de experiência na seleção, Marquinhos admitiu que o carinho é uma motivação para seguir lutando. Segundo ele, isso pode ajudar a colocar o Brasil “cada vez mais de volta no topo”.
“Eu acho que isso é uma questão de energia, uma questão de conexão, que te dá essa motivação para você seguir batalhando, lutando para cada vez mais a seleção brasileira estar cada vez mais de volta ao seu lugar, que é o topo, que é estar ganhando, que é estar lutando por grandes coisas”, analisou.








