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Tite: ‘Não vou a Brasília, nem ganhando nem perdendo’

Treinador da seleção brasileira expôs decepção com políticos e falou sobre temas controversos, como a inclusão de transexuais em ligas femininas

Por Estadão Conteúdo2 min de leitura
Tite reconheceu que há preconceito no futebol com técnicos negros -
Tite reconheceu que há preconceito no futebol com técnicos negros -Getty Images

Caso a seleção brasileira vença a Copa do Mundo de 2018, o técnico Tite não manterá a tradição de visitar, junto aos atletas, o presidente da República em Brasília. Da sede da CBF, na Barra na Tijuca, o treinador gaúcho de 57 anos garantiu: “Eu, Adenor, não vou na ida nem na volta. Nem ganhando, nem perdendo.” Segundo ele, o esporte não deve ser prioridade de nenhum governante.

“Tenho esses cuidados. Até porque é muito mais importante politicamente nós termos um bom comando, porque isso vai gerar uma educação melhor para o país, saúde melhor, segurança maior. Entre a política limpa e o esporte, a prioridade é a política, para a gente ter um Brasil melhor. Se tiver, vai ter um esporte, um futebol melhor.”

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