Tite é o alvo fácil, mas laterais, Vini Jr. e Gabigol precisam se ajudar
Falácia sobre ‘marcar lateral’, antes usada com Gabriel Jesus e agora com novos personagens, ignora graves falhas técnicas e de concentração dos atletas

Poderia ter sido um excelente teste, diante de uma seleção competitiva e que estará no Catar, forte fisicamente, em ambiente hostil, mas não houve quase nada a se aproveitar do empate em 1 a 1 diante do Equador, em Quito, na última quinta-feira, 27. O jogo foi completamente condicionado pelas expulsões precoces e pela bizarra arbitragem de Wilmar Roldan, cujas decisões erradas obrigaram o VAR a quebrar totalmente o ritmo do duelo. Para piorar, a escolha de Tite (que já não tinha Neymar, nem Paquetá) por sacar Coutinho após o cartão vermelho infantil de Emerson Royal deixou a seleção brasileira sem ligação, incapaz de cadenciar o jogo e tirar o que nossos pontas Raphinha e Vinicius Junior, depois Antony, têm de melhor. O técnico gaúcho, como todos os seus antecessores, sempre será o alvo mais fácil, mas verdade seja dita: diversos atletas que ainda buscam vaga no Mundial também precisam…
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