‘Sofri com o preconceito’, diz esgrimista que trocou a Itália pelo Brasil
Nathalie Moellhausen, de 33 anos, nasceu no país europeu, mas defende a bandeira brasileira a pedido da avó

Nathalie Moellhausen nasceu em Milão, mora em Paris e defende as cores do Brasil nas competições de esgrima mundo afora. Não, a atleta de 33 anos não é mais um caso de estrangeiro naturalizado para ajudar o desenvolvimento do esporte — algo comum em várias modalidades. Ela é neta de brasileira e, depois de ganhar três medalhas em campeonatos mundiais na categoria espada pela Itália, resolveu atender um pedido da avó para defender a bandeira verde e amarela. A caminhada foi árdua. Antes de conquistar o primeiro ouro do Brasil em um Mundial no último dia 18, Nathalie sofreu com o preconceito por “estar roubando a vaga de outra brasileira”. No próximo dia 7, volta a competir pelo país nos Jogos Pan-Americanos de Lima. E quer mais medalhas.
Como você descreve sua relação com o Brasil? Minha avó materna é brasileira. Dona Marcela está com 84 anos e mora no…
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