A nova geração de nadadores que derrubou recordes da era dos supermaiôs
No Mundial da Coreia do Sul, atletas finalmente superaram as marcas alcançadas no tempo dos trajes tecnológicos que simulavam a pele de tubarão

O campeonato mundial de esportes aquáticos que se encerrou no último domingo, 28, em Gwangju, na Coreia do Sul, reavivou um frenesi que havia uma década não se observava: a quebra de recordes mundiais em série nas piscinas. Somente entre os homens, foram cinco novas melhores marcas estabelecidas em oito dias de competição — o dobro da média das últimas edições. Mais do que uma questão de volume, chamou a atenção a longevidade dos tempos anteriores. O húngaro Kristóf Milák, de apenas 19 anos, pulverizou a marca de Michael Phelps, obtida dez anos atrás, nos 200 metros borboleta. O americano Caeleb Dressel, de 22 anos, superou o recorde do maior medalhista olímpico de todos os tempos em outra prova, a dos 100 metros borboleta, que também vigorava desde 2009.
Os feitos derrubaram duas das doze melhores marcas obtidas com o auxílio dos chamados supermaiôs. Criados pelos mesmos cérebros que enviaram…
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