Acervo

Skate: como um estilo de vida fez a transição para esporte olímpico

Há quem diga que perdeu a originalidade. Tem exagero nessa ideia: paixão é bom, mas publicidade também

Por Alexandre Salvador5 min de leitura
DE FLORIANÓPOLIS PARA O MUNDO –  Pedro Barros: referência celebrada
DE FLORIANÓPOLIS PARA O MUNDO –  Pedro Barros: referência celebradaFoto Paulo Vitale

O que acontece quando uma atividade esportiva atrelada a um estilo de vida, a um jeito de corpo, ímã de adolescentes, passa a distribuir medalhas em torneios profissionais? Há uma grita generalizada dos praticantes mais apaixonados, que lamentam ter de vestir a camisa de força das regras convencionais, dando adeus à espontaneidade. É o que ocorre, aqui e agora, com o skate — nova modalidade olímpica nos Jogos do ano que vem, em Tóquio, ao lado do surfe, da escalada e do caratê. Convém, contudo, acompanhar com atenção e fascínio as alterações provocadas pela adoção do main­stream. Quem assistiu ao documentário Dogtown and Z-Boys, de 2001, sabe que o skate só se tornou o fenômeno de hoje graças aos nomes que tiveram a capacidade de aliar o amor pelo esporte à exposição dos contratos de publicidade. “É um jogo delicado”, disse a VEJA o catarinense Pedro Barros, oito vezes campeão…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos