Seleção vence amistoso como deve ser: com autoridade e coletivamente
Diante de uma fraca equipe hondurenha, Brasil encantou, goleou por 7 a 0… e, longe das páginas policiais, não sentiu a menor falta de Neymar

PORTO ALEGRE – Os mais exigentes dirão, não sem razão, que a seleção brasileira “não fez mais do que a obrigação” ao jogar bem e vencer Honduras com tranquilidade, por 7 a 0, neste domingo, 9, diante de um público pequeno no Beira-Rio, em Porto Alegre. De fato, o último “teste” antes da Copa América não foi dos mais complicados, mas há de se ressaltar a evolução do Brasil – que há quatro dias venceu Catar sem o menor brilho – e, sobretudo, a leveza e eficiência do jogo coletivo do time. Cravar se o time jogaria melhor ou pior com Neymar em campo seria um mero exercício de adivinhação, mas é fato que a seleção não sentiu falta alguma de seu badalado, lesionado e enrolado camisa 10. E que o ambiente ficou bem mais arejado.
O baixíssimo público de 16.521 torcedores, que pagou de 80 a 450 reais para…
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.