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Regata dirá se Rio conseguiu isolar veleiros da poluição

Despoluição da Baía de Guanabara é objetivo distante, mas Estado e município fizeram mutirão para evitar que lixo flutuante cruze o caminho das embarcações que participam do primeiro evento-teste da Olimpíada de 2016

Por Cecília Ritto4 min de leitura
Barcos à vela são vistos durante sessão de treinos antes do primeiro evento teste para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 , na Marina da Glória, no Rio de Janeiro
Barcos à vela são vistos durante sessão de treinos antes do primeiro evento teste para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 , na Marina da Glória, no Rio de JaneiroAFP

A partir deste sábado, dia 2, e durante a semana seguinte, 324 velejadores de todo o mundo estarão singrando a Baía de Guanabara na Regata Internacional de Vela, uma das maiores competições do mundo na categoria e o primeiro – e importantíssimo – evento-teste da Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016. Em volta, terão o conhecido cenário de tirar o fôlego: Pão de Açúcar logo ao lado, Cristo Redentor mais ao longe, Aterro do Flamengo, ponte Rio-Niterói. Na água, porém, mora o perigo na forma de bichos mortos, colchões, eletrodomésticos e todo tipo de plástico que, vira e mexe, aparecem boiando na baía, ainda uma lixeira a céu aberto. Num esforço para impedir o encontro de veleiros com resíduos mal cheirosos – e a transmissão dessa imagem para o mundo, pesadelo número 1 da organização da Olimpíada -, a Secretaria do Meio Ambiente do estado e companhia de água…

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