Acervo

Por que a ideia de não jogar a Copa América perdeu força na seleção

Afastamento do presidente Rogério Caboclo, principal alvo do desconforto do grupo, tende a amenizar o teor do manifesto sobre a competição

Por Luiz Felipe Castro6 min de leitura
Jogadores da seleção abraçam Tite após gol sobre o Equador -
Jogadores da seleção abraçam Tite após gol sobre o Equador -Lucas Figueiredo/CBF

A seleção brasileira vai participar da Copa América com seu elenco principal. Ao menos é o que garantem dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ouvidos por PLACAR nesta segunda-feira, 7. Fontes ligadas aos atletas são mais cautelosos e desconversam. “É possível que parte do grupo peça dispensa”, diz uma delas, que pediu anonimato. O fato é que o afastamento do presidente da entidade, Rogério Caboclo, acusado de assédio moral e sexual por uma funcionária, amenizou bastante o clima de tensão no elenco, que promete se posicionar oficialmente após a partida desta terça, 8, diante do Paraguai.

Assine a revista digital no app por apenas R$ 8,90/mês

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos

PublicidadeEspaço reservado para anúncio