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Platini admite pagamento sem contrato e diz ser ‘à prova de balas’

Candidato à presidência da Fifa acredita que o próprio Blatter pode ter vazado as informações sobre o pagamento feito em 2011

Por Da Redação4 min de leitura
Michel Platini, presidente da Uefa, no anúncio das sedes da Eurocopa de 2020, nesta sexta-feira, em Genebra, na Suíça
Michel Platini, presidente da Uefa, no anúncio das sedes da Eurocopa de 2020, nesta sexta-feira, em Genebra, na SuíçaAFP

O presidente suspenso da Uefa, Michel Platini, admitiu que não existiu um contrato por escrito no pagamento de 2 milhões de franco suíços (cerca de 8 milhões de reais) que recebeu do presidente da Fifa, Joseph Blatter, em 2011. Em entrevista ao jornal francês Le Monde desta segunda-feira, o ex-jogador disse que houve um acordo “homem a homem” e voltou a jurar inocência. Ele acredita que sua candidatura à presidência da Fifa não está ameaçada e se disse “à prova de balas”.

Platini disse ter dúvidas se foi o próprio Blatter quem vazou a informação que rendeu a ambos uma suspensão de 90 dias pelo Comitê de Ética da Fifa. “Apesar de ele querer me matar politicamente, tenho algo de afeto pelo que vivemos juntos”, disse o ex-capitão da seleção francesa, que passou a trabalhar na Fifa em 1998, apadrinhado por Blatter.

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