A seleção do tetra em 94, um time que envelheceu bem
A atual (e agradável) onda de reprises na TV fez justiça ao time que ergueu a taça nos EUA

A seleção de 94 ganhou, mas…” Quantas e quantas vezes não vimos o comentário acompanhado da conjunção adversativa? “Mas era retranqueira, mas era burocrática, mas o Romário carregava o time nas costas, mas o Zinho girava feito enceradeira…” Nada como o remédio do tempo. Durante este período de quarentena, compulsória e necessária, os jogos da campanha do tetracampeonato foram reprisados à exaustão pelos canais esportivos. Como costuma ocorrer, o distanciamento histórico (e, neste caso, a leveza de quem já sabe como o filme termina) nos fez olhar para aquele time sem o ranço do passado. Bateu até saudade, vejam só. O time montado por Carlos Alberto Parreira pode não ter sido um esquadrão genial como o de 1970, nem espetacular como o de 1982, mas foi a mais “moderna” e “europeia” seleção que já tivemos.
Os 24 anos de fila desde o tri no México eram um fardo pesado. “Esse…
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