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A seleção do tetra em 94, um time que envelheceu bem

A atual (e agradável) onda de reprises na TV fez justiça ao time que ergueu a taça nos EUA

Por Luiz Felipe Castro5 min de leitura
Dunga, do Brasil, no jogo contra Camarões, pela Copa do Mundo de 1994, no Estádio Stanford.
Dunga, do Brasil, no jogo contra Camarões, pela Copa do Mundo de 1994, no Estádio Stanford.PEDRO MARTINELLI

A seleção de 94 ganhou, mas…” Quantas e quantas vezes não vimos o comentário acompanhado da conjunção adversativa? “Mas era retranqueira, mas era burocrática, mas o Romário carregava o time nas costas, mas o Zinho girava feito enceradeira…” Nada como o remédio do tempo. Durante este período de quarentena, compulsória e necessária, os jogos da campanha do tetracampeonato foram reprisados à exaustão pelos canais esportivos. Como costuma ocorrer, o distanciamento histórico (e, neste caso, a leveza de quem já sabe como o filme termina) nos fez olhar para aquele time sem o ranço do passado. Bateu até saudade, vejam só. O time montado por Carlos Alberto Parreira pode não ter sido um esquadrão genial como o de 1970, nem espetacular como o de 1982, mas foi a mais “moderna” e “europeia” seleção que já tivemos.

Os 24 anos de fila desde o tri no México eram um fardo pesado. “Esse…

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