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O time dos sonhos

Por Maurício Barros3 min de leitura
MASCHERANO - O argentino virou um gigante nos mata-matas, na marcação e na armação
MASCHERANO - O argentino virou um gigante nos mata-matas, na marcação e na armação

No dia 4 de julho, eu e meus colegas colunistas desta revista digital elegemos nossas seleções da Copa até então. Começaríamos a fase de quartas de final, com oito nações ainda vivas na busca pelo título. A minha escolha foi esta: Howard; Lahm, Thiago Silva, David Luiz e Blind; Luiz Gustavo, James Rodríguez, Müller e Messi; Neymar e Robben.

Hoje, quando o Brasil tenta encerrar com uma vitória sobre a Holanda a Copa ruim que jogou, faço algumas mudanças à luz do que aconteceu nas quartas e nas semifinais. A primeira está no gol: Howard fez uma partida histórica contra a Alemanha, dezesseis defesas, um recorde em Copas, mas Neuer o superou na versatilidade. Além de pegar muito sob as traves, o alemão atua como líbero, jogando bem com os pés e saindo do gol para cortar lançamentos. Um Rogério Ceni alemão, mas sem cobrar faltas.

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