Narradores argentinos se descontrolam na Copa no Brasil
Palavrões, homenagens e (muita) provocação estão liberadas nas transmissões

Chegar à final da Copa do Mundo depois de 24 anos e, ainda por cima, na casa do maior rival, teve sabor especial para os argentinos. Durante as seis partidas da seleção bicampeã no torneio, milhares de torcedores atravessaram a fronteira e invadiram o Brasil para vibrar com os gols de Lionel Messi. A empolgação nos estádios contagiou também os narradores locais. Por lá, é comum e aceitável que jornalistas usem palavrões nos momentos de euforia, mas alguns profissionais extravasaram além da conta ao relatar a campanha argentina. No primeiro gol de Messi, no Maracanã, um narrador exclamou que o craque era maior que Pelé, Garrincha, Vavá e outros grandes nomes da seleção brasileira. Em outro golaço do argentino, nova provocação: “Vocês têm Pelé, mas nós temos o Papa. Francisco está comigo”.
Houve espaço também para choro e homenagens a um jornalista morto durante a cobertura em São Paulo. Assista…
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