Isabel Clark se despede do snowboard olímpico sem sucessora
Dona do melhor resultado do Brasil na história dos Jogos Olímpicos de Inverno, atleta carioca teme pela falta de atletas na modalidade

Em sete participações do Brasil nas Olimpíadas de Inverno, nenhum atleta conseguiu um feito mais importante que o da carioca Isabel Clark. Em Turim-2006, ela surpreendeu ao terminar em 9º lugar no snowboard feminino. Para um país tropical e sem nenhuma tradição nos esportes de inverno, um resultado espetacular. Doze anos depois, às vésperas de disputar sua quarta campanha olímpica e já tendo anunciado a aposentadoria após os Jogos de PyeongChang, Isabel está preocupada com a renovação na modalidade.
“Após Turim, a equipe chegou a aumentar, mas foi difícil manter os atletas na equipe e conseguir classificação para as principais competições, especialmente olimpíada. Diminuiu o número de atletas e isso não é bom para o esporte”, diz Isabel, de 41 anos, que iniciou sua carreira no snowboard aos 17.
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
Assuntos
- Esporte
- Esportes Radicais
- Olimpíada de Inverno
- Outros esportes
- Skate
- Surfe


