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Em palco especial, argentinos querem vencer e convencer

Depois de vitória apenas protocolar sobre a Bósnia, o time enfrenta o fraco Irã no Mineirão – onde Messi já foi aplaudido e técnico ergueu seu principal título

Por Giancarlo Lepiani, de Belo Horizonte4 min de leitura
Veja.com
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“Os iranianos vêm de um país que enfrentou guerras, têm uma mentalidade muito forte”, disse Sabella. “Confio na nossa força, mas achar que não podemos perder seria um enorme pecado”

A Argentina está em posição confortável na Copa do Mundo: depois de estrear com vitória contra o adversário mais qualificado do grupo, a Bósnia (2 a 1, no Maracanã), restam duas partidas contra seleções bastante limitadas, Irã e Nigéria – e, ao longo do seu caminho até a final, o time não deverá enfrentar nenhuma das principais favoritas, como Brasil e Alemanha. Ainda que não precise exibir um futebol brilhante em seu segundo jogo, neste sábado, às 13 horas (de Brasília), no Mineirão, para superar os iranianos (que empataram sem gols com os nigerianos na primeira rodada), a seleção do técnico Alejandro Sabella quer mais do que uma simples vitória em Belo Horizonte – os argentinos reconhecem que precisam mostrar…

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