Acervo

Diretor da Match sabia que fornecia para cambista, afirma delegado

Fábio Barucke pretende pedir quebra de sigilos bancário e telefônico dos doze suspeitos e diz ter provas de que Raymond Whelan tinha ciência de que negociava com “o maior cambista com atuação no Rio de Janeiro”

Por Pâmela Oliveira, do Rio de Janeiro3 min de leitura
Raymond Whelan foi preso no Copacabana Palace, mas passou apenas algumas horas na delegacia
Raymond Whelan foi preso no Copacabana Palace, mas passou apenas algumas horas na delegacia

O delegado Fábio Brucke, que comanda a investigação sobre a máfia internacional de cambistas que atua junto à Fifa, afirmou, na tarde desta terça-feira, que o inglês Raymond Whelan, CEO da agência Match, “tinha ciência de que fornecia ingressos para o maior cambista com atuação no Rio”. Barucke referia-se ao franco-argelino Lamine Fofana, preso na semana passada com outras dez pessoas suspeitas de envolvimento no esquema. “Está claro que ele negociava ingressos com Fofana. Temos provas suficientes de que ele fazia isso”, disse o delegado.

Pouco antes das 16h, chegou à delegacia o chefe de Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso, para uma reunião com o delegado do caso. Barucke, que tinha planos iniciais de concluir nesta terça-feira o inquérito, afirmou que a investigação será finalizada na quarta-feira. Assim que concluir o trabalho, ele pretende pedir à Justiça a quebra dos sigilos bancário e telefônico dos doze envolvidos. O delegado…

Do acervo

Continue lendo com uma conta gratuita

  • Leva menos de um minuto, sem cartão
  • Acesso às matérias do Acervo Digital
  • Você continua exatamente deste parágrafo

Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.

Assuntos