Empresa ligada a cambista é de filho de membro do COI
Massata Diack chegou a ser preso em 2005 acusado de fazer parte de um grupo que desviou dinheiro de subvenções obtidas pela seleção do Senegal na Copa Africana de Nações (CAN) e no Mundial de 2002

Uma das empresas envolvidas no escândalo dos cambistas na Copa do Mundo está ligada a um membro da cúpula do Comitê Olímpico Internacional (COI). A companhia Pamodzi, citada na Operação Jules Rimet, é de propriedade do senegalês Pape Massata Diack, filho de Lamine Diack, presidente da poderosa Federação Internacional de Atletismo (IAAF) e um influente membro do COI.
Na semana passada, a operação liderada pela Polícia Civil do Rio prendeu onze cambistas. Escutas ainda mostraram que eles comercializavam entradas que eram adquiridas por empresas. Uma delas era justamente a Pamodzi e ingressos em nome da empresa foram apreendidos.
Continue lendo com uma conta gratuita
- Leva menos de um minuto, sem cartão
- Acesso às matérias do Acervo Digital
- Você continua exatamente deste parágrafo
Já tem conta ou é assinante do Clube Placar? Entrar, vale a mesma conta.
