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Empresa ligada a cambista é de filho de membro do COI

Massata Diack chegou a ser preso em 2005 acusado de fazer parte de um grupo que desviou dinheiro de subvenções obtidas pela seleção do Senegal na Copa Africana de Nações (CAN) e no Mundial de 2002

Por Da Redação3 min de leitura
Lamine Diack, presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF)
Lamine Diack, presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF)AFP

Uma das empresas envolvidas no escândalo dos cambistas na Copa do Mundo está ligada a um membro da cúpula do Comitê Olímpico Internacional (COI). A companhia Pamodzi, citada na Operação Jules Rimet, é de propriedade do senegalês Pape Massata Diack, filho de Lamine Diack, presidente da poderosa Federação Internacional de Atletismo (IAAF) e um influente membro do COI.

Na semana passada, a operação liderada pela Polícia Civil do Rio prendeu onze cambistas. Escutas ainda mostraram que eles comercializavam entradas que eram adquiridas por empresas. Uma delas era justamente a Pamodzi e ingressos em nome da empresa foram apreendidos.

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