‘Desmoralizaram a Libertadores por dinheiro’, diz De León, ídolo do Grêmio
Ex-zagueiro uruguaio considera “angustiante” enfrentar o rival Inter na atual edição e relembra histórias curiosas sobre o primeiro título tricolor, em 1983

Se a Copa Libertadores da América ‘raiz’ tem uma cara, ela poderia ser a efígie de Hugo de León: barbuda, mal-encarada, e vencedora. Foi com o time dirigido por Valdir Espinosa, tendo no ataque um então novato rebelde chamado Renato Portaluppi e, na zaga, o uruguaio com cara de bucaneiro, que o Grêmio deu início a sua tradição “copeira”. A primeira conquista de Libertadores, a de 1983, sobre o Peñarol, no lendário Estádio Olímpico, ficou marcada pelo momento em que De León ergueu a taça enquanto o seu rosto era pintado de sangue, que escorria desde a sua testa.
Pouco importa que o ferimento tenha sido causado pelo próprio capitão gremista, em um acidente ao levantar o troféu – havia uma ponta de prego para fora, na base da taça, o que provocou a lesão. No imaginário gremista e sul-americano o que ficou foi De León simbolizando uma conquista de…
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