Coronavírus, Facebook e churrasco: a tensão pré-Gre-Nal das Américas
Como a capital Porto Alegre se prepara para o primeiro clássico entre Grêmio e Inter da história da Libertadores

Quando um gaúcho conhece outro, uma das primeiras perguntas mútuas será essa: “Tu é gremista ou colorado?”. Fato. A observação é do articulista do jornal Zero Hora David Coimbra. “O gaúcho tem mais medo de perder Gre-Nal do que contrair coronavírus”, exagera David. Porém, superlativos à parte, Porto Alegre viverá nesta quinta-feira 11, na Arena, um dos episódios mais marcantes da sua secular rivalidade entre Grêmio e Inter: o primeiro Gre-Nal válido pela Copa Libertadores da América.
Se jogar um clássico por torneio continental pode ser fato comum para paulistas, argentinos, uruguaios, espanhóis, italianos e ingleses, para os gaúchos, é algo inédito. E Porto Alegre vive dias intensos desde que o Inter ingressou no Grupo E da Libertadores – o mesmo de Grêmio, América de Cali (COL) e Universidad Católica (CHI) –, após passar por dois mata-matas qualificatórios, derrotando Universidad de Chile e Tolima (COL), este último o algoz do…
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