Carlos Alberto Torres, o capita eterno
O maior lateral direito de todos os tempos foi muito mais que um atleta: um símbolo tácito de liderança em campo. O céu tem seu capitão
Por José Renato Santiago3 min de leitura
Ainda muito jovem, Carlos Alberto tinha a convicção de que seria jogador de futebol e, para concretizar o seu sonho, precisou enfrentar a oposição de seu pai. Foram muitas sovas até que chamou ‘seu velho’ e sentenciou: “Não adianta me bater, vou ser jogador de futebol e pronto”.
Dali para a frente nada poderia impedi-lo. Começou no Fluminense, como zagueiro, e apesar de sua pouca idade já impunha respeito em uma equipe que continha atletas consagrados como Castilho, que já houvera sido bicampeão mundial, Procópio e Altair.
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