As apostas de Dunga, nem sempre vencedoras, na seleção
Entre 2006 e 2010, treinador conquistou títulos, mas foi bastante contestado

Em sua primeira passagem pela seleção brasileira, entre 2006 e 2010, Dunga recebeu a missão de implantar ordem em uma equipe marcada por sua displicência na Copa do Mundo da Alemanha. Foram-se os medalhões – Cafu, Roberto Carlos, Ronaldo, entre outros – e ganharam espaço jogadores menos brilhantes, porém disciplinados e, sobretudo, eficientes. Os resultados foram bons: em 60 partidas, 42 vitórias, doze empates e seis derrotas, com aproveitamento de 76,6% dos pontos e dois títulos conquistados, a Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009 – além da medalha de bronze na Olimpíada de Pequim-2008. Vitórias sobre Argentina e Itália elevaram o moral de Dunga, que jamais havia trabalhado como treinador, mas isso não o livrou de críticas, sobretudo em relação a vários convocados.
Era Dunga (2006-2010)
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