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Apesar de flexibilização, COI reafirma que pódio não é lugar de política

Presidente da entidade, Thomas Bach, alertou que atletas podem ser punidos por gestos ou declarações que contrariem a chamada Regra 50 em Tóquio

Por Da Redação3 min de leitura
Naomi Osaka usou máscara em homenagem a Trayvon Martin, jovem morto em 2012
Naomi Osaka usou máscara em homenagem a Trayvon Martin, jovem morto em 2012Getty Images

Os Jogos Olímpicos de Tóquio começam daqui uma semana, com um ano de atraso e sem presença de público em razão da pandemia do novo coronavírus. Haverá outra mudança, uma flexibilização na chamada Regra 50 da Carta Olímpica, que proibia qualquer manifestação política. O afrouxamento, no entanto, é ligeiro. Nesta sexta-feira, 16, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, reafirmou que atletas não devem expressar opiniões ou fazer gestos políticos durante os eventos, especialmente nas premiações no pódio.

Após meses de consultas a sua Comissão de Atletas, o COI decidiu permitir que atletas façam possam se manifestar politicamente em suas redes sociais e entrevistas coletivas, além de pequenos gestos durante as provas, que não atrasem o andamento das disputas ou desrespeite algum adversário (algo bastante subjetivo). No entanto, ainda há enormes restrições e risco de sanções.

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