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Surto de Covid assola Mundial de handebol e gera dúvidas para Olimpíada

Ao todo, três seleções já desistiram do torneio; Brasil se classificou, sem vencer, com três atletas e cinco membros da comissão técnica infectados

Por Da Redação2 min de leitura
Partida entre Brasil e França, válida pelas quartas-de-final do handebol masculino, realizada na Arena do Futuro no Rio de Janeiro (RJ) - 17/08/2016
Partida entre Brasil e França, válida pelas quartas-de-final do handebol masculino, realizada na Arena do Futuro no Rio de Janeiro (RJ) - 17/08/2016Getty Images

A atual edição do Mundial masculino de handebol, iniciada no último dia 15 janeiro, no Egito, atingiu balanço negativo relacionado ao número de casos e surtos de Covid-19. Além do Brasil, Suécia, Hungria, Tunísia, Polônia, Catar, Dinamarca, Eslovênia também colecionam problemas relacionados à pandemia.

Maior torneio internacional dos esportes olímpicos organizado durante o período, ao menos um terço das 32 seleções previstas no torneio já foram prejudicadas pela doença – o número total de casos não foi fornecido por todas as federações. O Comitê Olímpico Internacional (COI) acompanha a competição como uma espécie de evento-teste para a Olimpíada de Tóquio, prevista para o segundo semestre de 2021.

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