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A roladinha de Schweinsteiger

Por Sérgio Xavier3 min de leitura
O meio-campista Bastian Schweinsteiger da seleção alemã no gramado do Beira Rio após partida contra a Argélia pelas oitavas de final
O meio-campista Bastian Schweinsteiger da seleção alemã no gramado do Beira Rio após partida contra a Argélia pelas oitavas de finalREUTERS

Podemos pegar a média de gols, podemos pegar o número de partidas espetaculares que já tivemos até agora. Ou nos deter somente na felicidade das torcidas, nos estádios lotados. É fácil concluir e entender por que esta vem sendo a Copa das Copas (quem diria que a expressão rousseffiana ia mesmo fazer sentido?). Mas podemos também usar um único lance para entender o significado real desta Mundial no Brasil. Aconteceu aos 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação, nesta segunda-feira, no Beira-Rio. Alemanha e Argélia já tinham protagonizado um dos melhores zero a zero dos últimos tempos. Jogadas lindas de parte a parte. Jogo por “olas”, como se os atletas se inspirassem nos torcedores para colocar emoção no espetáculo. De repente, vinha uma onda argelina e o time africano pressionava loucamente. Aí era a vez da onda da Alemanha, que passava cinco ou dez minutos atacando como se não houvesse…

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